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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Estudos da USP ajudaram no reconhecimento da cachaça brasileira:


No Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP), o laboratório coordenado pelo professor Douglas Wagner Franco tem como objeto de estudo a aguardente de cana - a popular cachaça. Criado em 1993, o Laboratório para o Desenvolvimento da Química da Aguardente (LDQA) estuda as reações envolvidas no processo de envelhecimento da aguardente a partir de análises químicas e sensoriais dos produtos, que chegam de todas as partes do Brasil às mãos dos pesquisadores.
"Os resultados nos levaram a um conhecimento maior da química da aguardente e chegamos a assessorar o Inmetro e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na elaboração das normas atuais", destaca Franco. No laboratório, trabalham pesquisadores das áreas de graduação e pós-graduação em química, que atuam no processo de produção aplicando conhecimentos de química analítica. O local, no entanto, não sedia nenhuma disciplina do curso, funcionando exclusivamente para a pesquisa científica.
A partir do desenvolvimento das pesquisas, o IQSC criou uma habilitação para o curso de química que, além do currículo básico, direciona os estudos para a parte de alimentos. Além disso, Franco diz que o LDQA é o único laboratório de universidades federais dedicado exclusivamente a estudar a química fundamental da aguardente e promover a aplicação dos resultados no produto final. "É isso que a gente busca aprender, e é isso com o que a gente procura trabalhar", considera.

Degustação: Cerveja 1906 Reserva Especial

Foto: Felipe Nunes
Mais uma cerveja do mais novo grupo cervejeiro a aportar no brasil, Hijos de Rivera, a 1906 Reserva Especial é uma vienna lager que pode se popularizar em nossas terras.

Características:

Aparência: Creme bege, boa formação e média/breve duração. Cor âmbar, límpida.  

Aroma: Malte, álcool e leve tostado.

Sabor: Malte, tostado, álcool e leve lúpulo. Doce inicial forte, amargo leve ao final. Corpo médio, carbonatação média. 

Percepções pessoais:

Cerveja de boa aparência com belo rótulo. O creme é abundante e a coloração forte, brilhante e translúcida. No aroma percebe-se inicialmente malte, em boa quantidade, álcool presente e leve malte tostado. O sabor é doce, devido a grande quantidade de malte, o lúpulo é demasiado discreto, o que ocasionou uma maior percepção do álcool. Sua textura é lisa, a carbonatação é agradável e o final tem leve amargor. Possui média drinkability. É uma vienna lager interessante, e em se tratando da sua proposta custo/benefício, a depender do valor que irá chegar em nossa prateleiras na versão nacional, pode ser uma boa opção. A preços mais elevados temos outras opções no Brasil, como a Eisenbahn 5 anos.

Objetivos da Companhia no Brasil:

O gosto dos brasileiros por cerveja está cada vez mais apurado. É por isso que o grupo espanhol Hijos de Rivera fica feliz em anunciar a chegada, em definitivo, da Estrella Galícia e da 1906 ao mercado nacional. 

Vindas diretamente da cidade de La Coruña e consagradas no universo cervejeiro, foram feitas especialmente para agradar o consumidor que busca um excelente custo/beneficio, mas não abre mão do sabor de uma bebida elaborada com excelência.

Confira uma propaganda da  marca:



Informações adicionais:

Origem: Espanha.
Família: Lager.
Tipo: Premium American Lager.
Graduação Alcoólica: 6.5%
Temperatura ideal: 5º a 7º C.
Site: 
http://www.estrellagalicia.com.br
Volume: 330ml
Copo: Mug, Pint, Flute.
Preço médio: R$ 3,99. (importada)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

AmBev lucra mais que Petrobrás em 2012:


O setor de Alimentos e Bebidas registrou o maior crescimento nominal em valor de mercado em 2012: 35,85% em relação a 2011, para R$ 355,4 bilhões. As 302 empresas de capital aberto brasileiras encerraram o ano com valor de mercado de R$ 2,39 trilhões, o que aponta um crescimento de 12,34% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela consultoria Economatica, nesta quinta-feira. A empresa com o maior crescimento de valor de mercado foi a AmBev, com 40,89%, para R$ 264,2 bilhões, seguida pelo Bradesco, com 23,31%, para R$ 131,9 bilhões.
Já o setor de petróleo e gás foi o mais atingido no ano passado, de acordo com o ranking da consultoria, com queda de 19,71%, para R$ 280,7 bilhões. Outro setor com queda expressiva é o de Energia Elétrica, com recuo de 17,23%, para R$ 173,1 bilhões.
A empresa com maior queda de valor de mercado é a Petrobrás, com recuo de R$ 36,7 bilhões (-12,59%), seguida pela OGX, com queda de R$ 29,8 bilhões (-67,8%).
Entre as dez empresas com maiores quedas nominais de valor de mercado, cinco são do setor elétrico, sendo a Eletrobras a empresa que teve a maior queda, com R$ 16,8 bilhões (-63,5%). Na América Latina, a AmBev é a maior empresa por valor de mercado, seguida pela Ecopetrol, da Colômbia. A Petrobrás ocupa a terceira colocação.
Fontes: O Estadão - SP / http://www.tribunahoje.com

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Degustação: Estrella Galicia

Foto: Felipe Nunes
A Estrella Galicia é um dos produtos do Grupo  Hijos de Rivera, que já confirmou a instalação da cervejaria no Brasil e  será a primeira vez que a marca será produzida fora da cidade espanhola de Lã Coruña. Inicialmente serão produzidas a Estrella Galicia e a 1906 Reserva Especial.  A família Rivera mantém a cervejaria desde 1906 e já produziu mais de 02 bi de litros de cerveja. 


Características:

Aparência: coloração dourada, límpida. Creme médio, branco, média duração.

Aroma: lúpulo, malte, ambos suaves. Herbáceo, floral.

Sabor: malte, cereais não maltados, floral. Corpo leve, carbonatação média, boa drinkability.

Percepções pessoais:

Cerveja de estilo que preza por leveza e frescor, no aroma nota-se logo uma certa adição de malte e lúpulo. O sabor é predominantemente doce, com leve amargor. Ela traz ligeira sensação seca e carbonatação equilibrada. O retrogosto é equilibrado e de curta duração. É uma cerveja leve e refrescante, está um pouco acima de algumas premium nacionais e na média de algumas estrangeiras fabricadas no Brasil. Aos iniciantes, podemos dizer que no quesito sabor ela está mais para a Original ou Bohemia do que Heineken ou Stella Artois. Nenhuma surpresa no mercado, mas é sempre bom ao consumidor ter mais uma opção de escolha. 

Confira o spot de natal da Estrella Galicia:


Informações adicionais:

Origem: Espanha.
Família: Lager.
Tipo: Premium American Lager.
Graduação Alcoólica: 5.5%
Temperatura ideal: 0º a 4º C.
Site: 
http://www.estrellagalicia.com.br
Volume: 330ml
Copo: Lager, americano, caldereta.
Preço médio: R$ 3,99. (importada)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Foto do dia: Baladin Nora

Foto: Felipe Nunes

Cerveja Estrella Galicia poderá ser fabricada no Brasil:


A cervejaria espanhola Hijos de Rivera, analisa a possibilidade de fabricar a cerveja Estrella Galicia no Brasil, segundo informações da agência internacional EFE.

"Queremos entrar em um mercado com elevadas esperanças de consumo e que nos dê a possibilidade consolidação no mercado premiun", disse o empresário em uma coletiva com a imprensa, na última quinta-feira.
Rivera, no entanto, afirmou que sabe que segmento de cerveja na América Latina é complexo e a competição é acirrada.

Se a cerveja Estrella começar mesmo a ser produzida no mercado brasileiro, será a primeira vez que a marca será produzida fora da cidade espanhola de Lã Coruña.
Na Espanha, a Estrella Galicia responde pelo terceiro lugar nas vendas do país. Na Galícia, esse número é ainda maior, pois de cada 3 litros produzidos, 2 litros são consumidos na própria região onde é produzida.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Degustação Natalina: Belzebuth Extra Forte 13%

Foto: Felipe Nunes
Fabricada pela cervejaria francesa Grain d’Orge,  fundada em 1898 na cidade de Ronchin, ela é a cerveja com maior teor alcoólico produzida em larga escala. Ela tem três versões com 13%, 11,8% e 8,4% , vamos às impressões da mais potente da família: 

Características:

Aparência: coloração dourada, límpida. Creme volumoso, branco, média duração.

Aroma: álcool, malte, cítrico.

Sabor: malte, álcool, amadeirado, cítrico. Médio corpo, carbonatação alta, baixa drinkability.

Percepções pessoais:

Como de costume, tentamos avaliar a cerveja tendo como foco o seu objetivo enquanto produto. Não seria sensato esperar de uma cerveja chamada Belzebuth, com exuberantes 13% de álcool, a finura da mais equilibrada Strong Golden Ale belga, da mesma ignorância é dizer que uma cerveja de 250ml com copos originais de 100ml, é uma cerveja que destina-se exclusivamente a embriagar seus usuários. Esclarecimentos à parte, vamos à encapetada:

Seu líquido tem coloração dourada forte, translúcido e com alta quantidade de bolhas emergindo. O creme é branco, forma-se bem e dura medianamente. O aroma é bastante maltado, traz álcool e notas cítricas. Na boca ela surpreende, com um líquido predominantemente doce e a adição de notas amadeiradas. O álcool se apresenta forte, entretanto bem mais tênue que o esperado, com  discreta sensação de aquecimento, mas ele está aqui para ser apreciado e para agradar seus admiradores, fazendo-se presente até o retrogosto. A textura é lisa, deixando pouca sensação licorosa. É para ser bebida em pequenos goles, como todas as bebidas de alto teor alcoólico, acompanha bem mariscos e algumas massas. Nota 7,0.

Curiosidades:

Conheça outras cervejas "diabólicas" AQUI!

Informações adicionais:

Origem: França.
Família: Ale.
Tipo: Strong Golden Ale.
Graduação Alcoólica: 13%
Temperatura ideal: 6º a 8º C.
Site: 
http://www.brasserie-graindorge.net/
Volume: 250ml
Copo: Taça, tulipa, globet.
Preço médio: R$ 18,00.


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Brasil Kirin lança Devassa Playboy:

O grupo japonês que comprou a nacional Schincariol lança um novo produto em uma de suas marcas, a Devassa em parceria com a Playboy lança cerveja com garrafa em formato sensual. De acordo com a empresa, o novo produto deve custar, inicialmente, R$ 1,99. A Devassa informou que a nova cerveja é do tipo "pilsen", com teor alcoólico de 4,7%. A bebida passa a compor de forma definitiva o portfólio da marca. A long neck transparente de 275 ml tem formato sinuoso que imita a silhueta feminina e apresenta o nome Devassa e a pin-up, ícone da marca, em alto relevo. A lata de 269 ml, por sua vez, possui a ilustração de uma pin-up e será vendida em embalagens fridge pack com seis unidades.

Acreditamos ter mais uma Standard lager no mercado, mas vamos esperar para conferir.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Degustação: Eggenberg Doppelbock Dunkel

Foto: Felipe Nunes
Mais um produto do "Castelo" Eggenberg, na Áustria. A Doppelbock Dunkel é uma cerveja lager forte e bastante alcoólica, ótima para ser apreciada em pequenas doses e acompanhada de carnes de sabor pronunciado como a suína e caças.

Características:

Aparência: Cor marrom escuro. Creme abundante e denso.

Aroma: Caramelo, mate torrado, ameixa, toffe, álcool.

Sabor: Malte torrado, toffe, álcool, caramelo, frutas secas, café. Corpo médio. Média/baixa carbonatação. Final forte, quente e breve. Boa drikability. 

Percepções pessoais:

A garrafinha estampa um belo rótulo com o 'mascote' do estilo bock, um bode. Seu líquido formou um esplendoroso creme, de média densidade e boa duração. A coloração, bem ao estilo, que passa pelo preto, marrom e vermelho escuro. Na boca ela é doce, tostada e caramelada. A textura é levemente licorosa, com sensação quente, sem exagero. A carbonatação é média/baixa e o corpo médio para o estilo. O final traz leve amargo e frutas secas. O lúpulo é muito discreto e ela apesar de forte, é agradável de ser bebida. Nota: 8.


Informações adicionais:

Origem: Áustria.
Família: Lager.
Tipo: Doppelbock.
Graduação Alcoólica: 8,5%
Temperatura ideal: 8º a 12º C
Site: 
http://www.eggenberg.at
Volume: 330ml
Copo: Cálice, tulita.
Preço médio: R$ 18,00.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Lúpulo da cerveja pode ser um bom antigripal:


Tóquio - O consumo de grandes quantidades de lúpulo pode ajudar a prevenir contra a gripe e outras doenças mais perigosas para crianças pequenas, informou a cervejaria japonesa Sapporo, na quarta-feira, citando um estudo científico.Um composto químico no lúpulo, a planta usada para dar o gosto amargo à cerveja, proporciona uma defesa efetiva contra um vírus que pode causar formas severas de pneumonia e bronquite em crianças, anunciou a cervejaria.
O estudo de cientistas da Universidade Médica de Sapporo mostra que o composto --humulona-- é um efetivo agente na contenção do vírus respiratório sincicial (VRS), informou a empresa que financiou o estudo.
"O vírus RS pode causar pneumonia grave e dificuldades de respiração em bebês, mas nenhuma vacina está disponível para contê-lo no momento", disse Jun Fuchimoto, um pesquisador da empresa.
O vírus tende a se espalhar no inverno e pode causar sintomas parecidos com um resfriado em adultos.
Fuchimoto disse que a quantidade de humulona presente na cerveja é tão pequena que uma pessoa teria que beber cerca de 30 latas, de 350 ml cada, para que tenha o efeito de um antiviral.
"Estamos estudando agora se é possível aplicar humulona na comida ou em produtos não alcoólicos", completou. "O maior desafio vai ser o gosto amargo, que as crianças não gostam".
O estudo também descobriu que a humulona alivia a inflamação causada pela infecção do vírus.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Degustação: Hacker-Pschorr Anno 1417

Foto: Felipe Nunes
Esta bela garrafa traz um líquido tipicamente alemão, é uma cerveja do estilo KellerBier, que significa cerveja de adega. Criada em 1417, em Munique, um século antes da lei de pureza alemã, era produzida no inverno e conservada no porões durante o verão. Seguindo as receitas medievais não é filtrada e muito menos pasteurizada, características que a tornam uma lager singular, com bastante turbidez , particulas e baixa carbonatação.  É chamada pelo alemães de Naturtrüb, cerveja natural. 

Características:

Aparência: Cor alaranjada, turva com creme médio e denso.

Aroma: floral, malte, fermento, leve frutado.

Sabor: malte, cereais, lúpulo floral, frutado, leve amargor. Corpo médio, refrescante.

Percepções pessoais:

A "Anno 1417" vem em uma luxuosa garrafa flip-top. Seu líquido é exuberante e sustenta um cremoso colarinho. O aroma é adocicado e traz um flora do lúpulo, mel, malte, frutado ao fundo. O sabor é é tomado pelo sabor do malte, lembrando a pão, equilibrando notas herbais com cítricas. Ela é leve, refrescante e muito saborosa. O corpo é médio e a carbonatação é baixa. O final é intenso e traz um leve e saboroso amargor. Muito fácil de ser bebida e traz ótima sensação, ganhando muito em drinkability. É uma cerveja que incita a encher a boca de líquido e ir tomando a grandes goles compassados.Nota 8,5.

Informações adicionais:

Origem: Alemanha.
Família: Lager.
Tipo: Kellerbier/Zwickel
Graduação Alcoólica: 5,5%
Temperatura ideal: 0º a 4º C
Copo: Lager, caneca.
Volume: 500ml
Site: www.hacker-pschorr.de
Preço: R$16,00.
Custo benefício: Bom.
Onde comprar: Lojas especializadas e supermercados. 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A Oitava Trapista


Membro desde 2008 da ITA (International Trapist Association), o mosteiro Stift Engelszell, localizado em Engelhartszell, uma região de colinas arborizadas no vale do rio Danúbio, ao norte da Áustria, foi reconhecido primeiramente pela qualidade de seus licores e geleias.

No início de 2012, tornou-se o oitavo membro (primeiro de língua alemã) autorizado a comercializar cervejas com selo concedido pela ITA, que determina que as cervejas sejam produzidas em monastérios da ordem, por monges ou sob supervisão deles, sem fins lucrativos. Outros produtos, como queijos, licores e geleias, também podem receber a denominação, cujo objetivo, segundo a entidade, é garantir padrões de qualidade e a tradição nas produções.
Seis cervejarias belgas usam o selo: Achel, Chimmay, Orval, Rochefort, Westmalle e Westvleteren (a mais cobiçada, pela venda restrita no mosteiro). As primeiras, assim com a holandesa La Trappe, podem ser achadas no Brasil. A francesa Mont des Cats, feita sob supervisão da Chimay, pleiteia mas ainda não obteve a licença para a produção das cervejas, (apenas dos queijos).

Com um investimento de 400.000 euros em uma fábrica moderna, e sob a tutela do mestre cervejeiro Peter Krammer, os monges comercializarão inicialmente duas cervejas: A "Gregorius" (homenagem à Dom Gregorius Eisvogel que era o abade de Stift Engelszell por 25 anos até 1950) e a “Benno”que ficará pronta no final do outono europeu.


A Gregórius é uma Belgian Strong Ale de 9,7 % de teor alcoólico, marrom escura e espuma bege pouco espessa. Aroma maltado que remete ao café e toffee, um sutil lúpulo-frutado. No paladar, notas tostadas, adocicado e álcool prevalecendo. Ingredientes incomuns: uso de leveduras Engelszeller da Alsácia e mel da própria produção, a fim de dar a sua cerveja um sabor único.

Teremos o prazer de tê-la em nossas taças e mesas pelas mãos da Bier & Wine a partir do final de novembro.

Por Julia e Beto.


domingo, 25 de novembro de 2012

Degustação: Coruja Alba Weizenbock


Fundada em 2004, a "Bebidas Coruja LTDA" é uma das referências em cervejas artesanais no Rio Grande do Sul, sempre trabalhando com produtos diferenciados e  qualidade superior. A Alba Weizenbock é a cerveja da vez, saiba mais sobre ela.


Características:

Aparência: Líquido com cor de cobre, turva e com partículas em suspensão. Creme de boa formação, beje, denso e de boa duração.

Aroma: Caramelo, banana, frutado, herbal, lúpulo, condimentos (frutas cristalizadas e cravo) e leve álcool.

Sabor: Malte caramelado, banana, trigo, frutado, tostado, lúpulo, álcool. Média carbonatação, textura macia, final aquecido, boa drinkability.


Percepções pessoais:

Cerveja com ótima apresentação, sua bela coloração que vai do cobre ao marrom claro, com creme de  boa formação e duração. O aroma tem composição de boa complexidade para o estilo e traz notas tradicionais de caramelo, banana, trigo e leve cravo, adicionadas a tons herbais e frutados, com fina presença alcoólica. O sabor inicia doce e se apresenta aquecido e levemente picante. Fenóis de banana e trigo abundantes e lúpulo marcante ela deixa os sabores tostados em segundo plano. Sua carbonatação é média/baixa e o líquido tem textura macia. Apresenta bastante frescor e seu final é moderadamente amargo e de média duração. Sua drinkability é boa e une o frescor do trigo com a notas de torrefação. Seu estilo combina com pratos pesados da culinária alemã, como carnes fortes e também com grelhados. É uma boa representante do estilo no Brasil. Nota 7,75.

Informações adicionais:

Origem: Brasil.
Tipo: Weizenbock
Graduação Alcoólica: 6,8%
Temperatura ideal: 05º a 07º C
Copo: Weizen.
Site: 
http://www.coruja.com.br
Volume: 500ml
Preço médio: R$16,00




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Wäls lança cerveja de cana :

A cervejaria mineira Wäls, comandada pelos irmãos José Felipe Carneiro, 25, e Tiago Carneiro, 29, vai dar um toque tupiniquim à popular fórmula de água, malte de cevada, lúpulo e levedura, e acrescentar cana-de-açúcar na produção da “gelada”. 

O primeiro lote da produção da cerveja de cana, que chegará ao mercado com o nome de Saison de Caipira, estará sob a responsabilidade de uma das maiores autoridades na bebida do mundo. Garrett Oliver, da norte-americana Brooklyn Brewery, desembarca em Belo Horizonte no sábado para dar o pontapé inicial na produção da "cerveja mais brasileira de todas".

A projeção é de que a garrafa de 375 ml chegue ao consumidor final em dezembro, com o preço de R$ 18. Mas, para quem perder não der nem um gole nos 2 mil litros iniciais, a Wäls tem um alento. Passado o primeiro lote, a cervejaria mineira pretende manter a Saison de Caipira no portfólio, com uma produção de até 20 mil litros por ano. A Wäls estuda, inclusive, a possibilidade de exportar a cerveja de cana.
Produção à mineira
Para dar à cerveja o toque mais brasileiro da cachaça, a Wäls fechou uma parceria com o grupo mineiro Vale Verde, responsável pela produção de uma das cachaças mais tradicionais do país. Eles fornecerão à cervejaria um lote de cana-de-açúcar especial, com um dos melhores “brix” do mercado. O “brix” é um índice que mede o teor de sacarose da cana, que, no caso da Vale Verde, chega a 23%.
Segundo José Felipe, a Wäls investiu R$ 80 mil na produção do primeiro lote da bebida. Até o processo de moagem da cana será diferenciado. No primeiro lote, a Vale Verde vai fornecer 1 tonelada de cana para a Wäls. “A ideia é que essa cana se transforme em aproximadamente 400 litros de caldo.”O resultado da primeira cerveja de cana, claro, ainda é uma incógnita. Mas a expectativa é grande. “Esperamos um aroma muito frutado”, diz José Felipe. Mas, apesar do toque doce do caldo-de-cana, o teor alcoólico da Saison de Caipira deverá ficar entre 6% e 8%, acima dos 4% da cerveja tradicional.